RESEÑA: 5º GP EUROPA - 26 SEPTIEMBRE, 2018

El Club Fiat Clásicos y el Club Alfa Romeo, tienen mucho más en común que la pasión por ambas legendarias marcas italianas. Muchos aficionados son socios de ambos clubes y disfrutan de una u otra membresía en la medida de sus posibilidades.

Otros muchos, socios de una de las dos instituciones, se regodean, como todo amateur, ante la presencia de autos de la marca amiga. Mucho de esto vimos en la 5ta edición del Gran Premio Europa desarrollada en el Autódromo de la ciudad de Roque Pérez el pasado 15 de septiembre y que por primera vez co-organizaron los dos clubes.

La preparación fue minuciosa en las semanas previas y la comisión de trabajo que se conformó ad-hoc, logró ofrecer un menú apto para todos los paladares. En efecto, el programa incluía una prueba de Endurance, y nada menos que dos pruebas de Habilidad Conductiva en dos circuitos completamente diferentes que sumaban los tiempos para la clasificación final.  

Para los que no lo conocen, Roque Perez ofrece un circuito perfectamente asfaltado, muy seguro y con un trazado técnico y exigente, a la vez que divertido y con asfalto de baja abrasividad, ideal para vehículos clásicos y sport.

La actividad comenzó temprano a la mañana con una prueba de tiempos (Mucha gente nunca había girado allí…), para determinar el ritmo de la competencia de regularidad. Dos tandas de 10 minutos decidieron a los competidores a elegir el tiempo que deberían replicar con exactitud. El Club Fiat Clásicos ha adquirido recientemente equipos de transponders con sus respectivas antenas y el software que permite el control de los pasajes. Con estas herramientas y los responsables ya capacitados, la prueba fue un éxito rotundo, dividiendo a los participantes en dos tandas de 20 minutos cada una con 11 autos en pista. Las condiciones de la pista era óptimas y no tuvimos ni el más mínimo incidente en toda la prueba, algo para destacar el manejo de los aficionados ese día en Roque Pérez.

Ya terminada la Endurance, se procedió al armado del circuito para realizar la prueba de Habilidad Conductiva. Como mencionamos se utilizaron dos circuitos, el primero, bautizado “largo”, utilizaba el trazado principal del autódromo, con el único agregado de una chicana de tres puertas con amplio margen de paso, al final de la recta, para reducir la velocidad de los autos al ingreso de la curva 1, la más veloz del circuito. Una vez más, el entusiasmo y la pericia de todos, permitió el desarrollo de la prueba con absoluta normalidad. Algunos de los autos hicieron pasadas espectaculares y todos, se divirtieron con la propuesta. Una vez terminada la sesión en el circuito “largo”. Se procedió al armado del “corto”, que aprovechando las dos chicanas interiores que presenta el trazado, se dibujó en sentido antihorario (dificultad añadida, pero simpática porque permitía tomar las curvas más pronunciadas con la cuerda interna del lado del conductor, lo que es inusual). Los resultados, en las declaraciones de los participantes y nunca desmentidas por sus rostros, nos aseguró que el trabajo estuvo bien hecho!

Luego de una corta espera para comentar las vicisitudes de la prueba se entregaron los premios de las competencias, dirigida por los presidentes de ambos clubes, Esteban Ibarra por el CFC y Juan Ignacio Mártire por el CAR y las autoridades de la prueba.  Regresamos a los hogares con la satisfacción de una intensa pero amena jornada entre amigos, fierros y la certeza de que uniendo voluntades y esfuerzos, es posible organizar eventos de calidad con alta satisfacción de todos los participantes. 

Los invitamos a ver los resultados de las pruebas en las planillas que se adjuntan!

Participantes

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Encontro/Corrida: 5º GP EUROPA 26 de setembro de 2018

O Fiat Classics Club e o Alfa Romeo Club têm muito mais em comum do que a paixão pelas duas marcas italianas lendárias. Muitos fãs são membros de ambos os clubes e desfrutam de uma ou outra associação com o melhor de suas habilidades. Muitos outros, parceiros de uma das duas instituições, vangloriam-se, como todos os amadores, na presença de carros da marca amiga. Muito do que vimos na 5ª edição do Grande Prêmio da Europa desenvolveu-se no Autódromo da cidade de Roque Pérez noa 15 de Setembro e que pela primeira vez os dois clubes co-organizaram. A preparação foi meticulosa nas semanas anteriores e a comissão de trabalho que foi formada ad-hoc conseguiu oferecer um cardápio adequado para todos os paladares. Com efeito, o programa incluiu um teste de resistência, e nada menos que dois testes de Habilidade Condutiva em dois circuitos completamente diferentes que somavam os tempos para a classificação final. Para quem não sabe, Roque Perez oferece um circuito perfeitamente asfaltado, muito seguro e com um layout técnico e exigente, ao mesmo tempo divertido e com asfalto de baixa abrasividade, ideal para veículos clássicos e esportivos. A atividade começou no início da manhã com um teste de tempos (muitas pessoas nunca tinham feito uma turnê lá ...), para determinar o ritmo da competição de regularidade. Duas corridas de 10 minutos decidiram que os competidores escolhessem o tempo que deveriam replicar com precisão. O Fiat Classics Club adquiriu recentemente equipamentos de transponder com suas respectivas antenas e o software que permitem o controle das passagens. Com essas ferramentas e as pessoas responsáveis ​​já treinadas, o teste foi um sucesso retumbante, dividindo os participantes em duas sessões de 20 minutos cada, com 11 carros na pista. As condições da pista foram ótimas e não tiveram o menor incidente em toda a corrida, algo para destacar a movimentação dos torcedores naquele dia em Roque Pérez.

Uma vez que o Endurance terminou, o circuito foi montado para realizar o teste de Habilidade Condutiva. Como mencionamos foram utilizados dois circuitos, o primeiro, chamado de "long", utilizados a principal rota do curso da estrada, com a única adição de uma chicane três portas ampla margem de passagem, no fim da linha para reduzir a velocidade carros na entrada da curva 1, a mais rápido no circuito. Mais uma vez, o entusiasmo e expertise de todos, permitiram o desenvolvimento do teste com absoluta normalidade. Alguns dos carros fizeram passes espetaculares e todos se divertiram com a proposta. Uma vez terminada a sessão no circuito "longo". Procedeu-se a armar o "curto", aproveitando-se das duas chicanes internas apresentar a rota, foi elaborado anti-horário (dificuldade acrescida, mas bom porque autorizados a tomar curvas mais pronunciadas com o lado do motorista cabo interior, que é incomum). Os resultados, nas falas dos participantes e nunca negados por seus rostos, nos asseguraram que o trabalho estava bem feito!

Após uma breve espera para discutir as vicissitudes da prova, os prêmios das competições foram entregues, liderados pelos presidentes dos dois clubes, Esteban Ibarra pelo CFC e Juan Ignacio Mártire pelo CAR e pelas autoridades da corrida. Voltamos para as casas com a satisfação de uma jornada intensa mas agradável entre amigos, admiradores e a certeza de que unindo vontades e esforços, é possível organizar eventos de qualidade com alta satisfação de todos os participantes. Nós convidamos você a ver os resultados dos testes nos formulários em anexo!

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Los Autos - Os carros

Fiat 600 Abarth

Outro Fiat 600 Abarth também muito bem preparado. O Fiat 600 foi fabricado na Itália e na Argentina. Na versão esportiva Abarth tirava o sossego de vários grandões

Fiat 1500 cupê fabricação argentina com carroceria Vignale.

Fiat 1500. Os modelos 1300 e 1500 foram fabricados entre 1961 e 1967 na Itália e até 1979 na Iugoslávia (Zastava). Também na Espanha como Seat, Argentina (Fiat) e Polski Fiat na Polônia.                                  

Fiat 131 Racing que obteve durante sua fabricação várias vitórias em ralis mundiais. A versão Abarth ganhou os mundiais em 1977, 1978 e 1980

Fiat 147 Spazio. Saiba mais

Um Fiat Tempra. A Fiat queria ser grande, já era, mas almejava um mercado mais amplo e tinha produtos para tal fim na Itália e por que não trazê-los para o Brasil? Em 1992 chegava o Fiat Tempra, um sedã muito moderno pronto para competir com o Chevrolet Opala no final de linha, o Ford Del Rey que também perdia fôlego e enfrentaria com vantagens o Volkswagen Santana e seu primo Ford Versalhes da Autolatina que já haviam sofrido reestilização. E fez sucesso! Era um carro médio, que pesava 1.180 quilos, quatro portas, motor transversal com quatro cilindros em linha, 2,0 litros, 105 cavalos, cambio manual de cinco marchas e como todos os carros da linha no Brasil e desde o modelo 128 da década de 60 lançado na Itália, tinha tração dianteira. Em 1992 chegava o modelo cupê, só existente aqui como o Santana duas portas e mesmo com a versão Turbo fez pouco sucesso e hoje são colecionáveis e raros sobreviventes. A versão Ouro trouxe o primeiro motor com cabeçote com dezesseis válvulas no país e em 1995 a injeção eletrônica chegava aos motores que alcançavam 120 cavalos e a versão Turbo, com duas ou quatro portas atingia 212 km/h e fazia de 0 a 100 km/h em apenas 8,5 segundos . Era o carro mais veloz do Brasil em 1995. A versão perua, muito bonita, é muito rara nas ruas e era importada. Foi produzido na Itália, Turquia e Brasil.

Fiat Cupê Pininfarina 20V

Lancia Beta cupê 1600. Foi fabricado entre 1972 e 1984 com motores 1.300, 1.600 e 2.000 cm³

Alfa Romeo Giulietta Berlina 1300 (Tipo 750/101). Foi produzida entre 1954 e 1965 

Alfa Romeo Alfasud TI 1700. O modelo Alfasud  foi o primeiro modelo tração dianteira da marca e foi produzido entre 1972 e 1984 com carroceria cupê, quatro portas e perua Giardinetta.

Alfa Romeo 75. Era equipado com motor quatro cilindros em linha com duplo comando 1,6 litros e 1,8 litros turbo e 2 ,0 litros. E mais atraente um V6 com 2,5 e outro com 3.,0 litros. Era um modelo muito apreciado pelos Carabinieri (famosa polícia especial italiana). Foi produzido entre 1985 e 1992. O modelo abaixo é um 2.0 Twin Spark

Alfa Romeo 155 Q4 (tração nas quatro rodas)

O Alfa Romeo Giulietta (Nuova) lançado em 1977 e fabricado até 1985, foi produzido com motores 1.3 (95 Cavalos), 1.6 (109 Cavalos) e 1.8 com 122 cavalos sendo que com esta motorização chegava aos 180 km/h!          

O longevo modelo Alfa Romeo Spider Duetto foi fabricada entre 1966 e 1993 com motores 1.600, 1.750 e 2.000 cm³ . O nome "Duetto" foi escolhido num concurso/sorteio envolvendo mais de 1.000 participantes na Itália na década de 60. Uma variedade de nomes, alguns completamente fora de questão e bizarros, surgiram. Até Clara (Claretta) Petacci, amante do ditador Benito Mussolini foi sugerido. O nome de Sophia Loren também!. Quem ganhou um modelo ficou muito feliz! Sua carroceria era da casa Pininfarina e ficou mais famoso por sua participação no filme A Primeira Noite de um Homem (The Graduate) com Dustin Hoffman em 1967.

Alfa Romeo 145 1.8

O ícone argentino Ika Torino! Saiba mais

Os modernos também participaram! Abaixo um Porsche Cayman S. Em 2018 a Porsche fez 70 anos! Leia a história da lenda 911

Renault Sandero RS

Os participantes

Cerca de 23 pilotos e organizadores estiveram presentes

Dedicação e organização em um belo evento de clássicos!                       

Nota: Agradeço aos amigos do Alfa Romeo Club Argentina, à Francisco Yantorno pela cessão de fotos deste ótimo encontro. Muito obrigado, Muchas Gracias!

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Texto, tradução e montagem:  Francis Castaings -  Fotos: Fotlandler       

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Alfa Romeo Club Argentina - La Fiesta del Raduno Italiano

Uma grande festa que reuniu carros clássicos italianos, modernos também, que ultrapassou a expectativa inicial de 50 inscrições. Aconteceu no dia 23 de março passado em Cardales, cidade ao norte de Buenos Aires, Argentina. Carros das marcas Alfa Romeo, Fiat, Maserati, Lancia ... uma reunião de amigos num belo lugar e logicamente com massas e vinhos! A participação da família, incluía todas as gerações

O tempo não estava bom da manhã, mas ao passar do dia o sol se fez presente.

Onde? Cardales

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Os carros de Nicola Romeo

Alfa Romeo Giulietta produzida entre 1954 e 1965 (Tipo 750/101)

Um belo modelo, porte pequeno, que seduziu gerações. A versão Ti tinha 1.290 cm³ e 84 cavalos à 6.200 rpm. Chegava a 155 km/h! ótimos números para a última versão de 1965.

Alfa Romeo Giulia GT 1600 Spider. Tinha 1.570 cm³, 106 cavalos à 6.000 rpm, era alimentado por um carburador duplo em posição invertida, marca Solex, cambio de cinco marchas e pesava 885 quilos. Velocidade máxima de 172 km/h

Alfa Romeo 1300 Junior

Alfa Romeo Giulia GTA "Scalino". A palavra Scalino em italiano que dizer degrau. No projeto original era previsto uma entrada de ar, mas os designers optaram por deixar o capô levemente levantado. Ficaria mais em conta para produzir! Foi produzido entre 1968 e 1971.

Alfa Romeo Giulia 1750 GT Veloce. Leia mais sobre este que fez sucesso nas ruas, estradas e pistas

Uma versão esportiva do Alfasud denominada Alfasud Sprint Veloce 1.5. O Alfasud nasceu em 1972 para ser um carro base da linha Alfa Romeo em versão duas e quatro portas. Ainda foi lançada, em 1975, uma interessante perua duas portas chamada Giardinetta.

O Alfetta tinha um desenho muito equilibrado e bonito. Nosso Alfa Romeo 2300 foi baseado nele

Alfa Romeo Alfetta GTV. Saiba mais.

Outro belo GTV

Alfa Romeo Montreal

Um esportivo lindo que recebeu prêmio Categoría Pre-FIVA (mais de 30 anos). Saiba mais sobre este Alfa.

Alfa Romeo 75. Era equipado com motor quatro cilindros em linha com duplo comando 1,6 litros e 1,8 litros turbo e 2 ,0 litros. E mais atraente um V6 com 2,5 e outro com 3.,0 litros. Era um modelo muito apreciado pelos Carabinieri (famosa polícia especial italiana). Foi produzido entre 1985 e 1992. O modelo abaixo é um 2.0 Twin Spark

Outro 75 muito bonito!

Em 1994 chegava o modelo 145 que foi fabricado até 2001 com motores 1,4 litros, 1,6 e 1,7 com 16 válvulas. Também o Twin Spark (duas velas por cilindro) 16 Válvulas com 1,4 litros, 1,6, 1,8 e com 2,0 litros sendo que este tinha 155 cavalos.

Alfa Romeo 146. Podia ser equipado com motor quatro cilindros boxer ou em linha. Partia de 1,3 litros, 1,6 e 1,8 na configuração boxer. O mais atraente era o Twin Spark 2,0 litros com 187 cavalos e velocidade final de 215 km/h! Motores diesel também estavam disponíveis.

Um modelo 146 Ti (Turismo Internazionale)

Outro belo 146

Alfa Romeo 156. Um dos mais belos sedãs da década de 90! Vasta gama de motores sendo o GTA V6 com 3.179 cm³ e 250 cavalos à 6.200 rpm. Fazia de 0 à 100 km/h em 6,3 segundos e velocidade máxima de 250 km/h! Preparado pela famosa Autodelta, o GTA, para cumprir o regulamento, correu com um motor quatro cilindros, 2,0 litros e cerca de 300 cavalos. Fez bonito nas hábeis mãos de Nicola Larini e Gabriele Tarquini por exemplo no ETCC (European Touring Car Cup) em 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004.  A linda perua Sportwagon Q4 tinha opção de tração 4x4. Foi substituído pelo modelo 159. O 156 já é um neo clássico!

Alfa Romeo GTV Coupé Spider lançado em 1995 com desenho da casa Pininfarina. Seu desenho arrojado e muito bonito lhe rendeu vários prêmios de designer na Europa.

Havia um motor com quatro cilindros em linha, 1.970 cm³ e 150 cavalos à 6.200 rpm. O mais apreciado era o V6 com 2.959 cm³ alimentado com turbo gerando 200 cavalos e velocidade final de 235 km/h!

O modelo 4 C foi apresentado como conceito em março de 2011

Em 2013 apresentado nas versões cupê e spider e foi para as ruas e estradas...

Sua carroceria é toda em fibra de carbono. Fabricada em Modena, pesa menos que 1.000 quilos, tem um quatro cilindros com 1.742 cm³ e 240 cavalos à 6.000 rpm. Tem caixa de seis marchas com câmbio TCT (Twin Clutch Transmission), aceleração de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e velocidade final de 258 km/h!

Os carros de Vincenzo Lancia

Um raro Lancia Appia B12 Sedan Berlina

Este sedã foi produzido entre 1954 e 1956. Foi desenhada pelo estúdio Ghia e fabricado por Pininfarina. Numa versão mais potente abrigava um V4 com 1.089 cm³ e 56 cavalos.

Lancia Fulvia cupê numa versão mais civilizada, mesmo assim com ótimas prestações. Tinha 1.216 cm³, 80 cavalos à 6.000 rpm, alimentado por um carburador de corpo duplo da marca Weber. Velocidade máxima de 160 km/h.

E o modelo que fez arrepiar a concorrência. O Fulvia Rallye 1.6 HF. Era o carro a ser enfrentado nos ralis da Europa. Venceu o campeonato mundial de rali em 1972.  O primeiro Fulvia esportivo foi o 1200 HF, preparado para as competições, foi lançado em 1966. A sigla HF Squadra Corse era da  equipe de competição da Lancia há três anos antes. A potência era de  88 cavalos, 1.216 cm³ e suas portas e capôs eram em alumínio, janelas laterais em plástico e era desprovido de para-choques. Aliviava o peso e também ficava mais agressivo. Com mais preparação passou a ter 108 cavalos 7.000 rpm. Em 1967 o V6 com 1,3 litros tinha 100 cavalos e pesava apenas 825 para a versão de pista e 970 quilos para as ruas.

O novo Rallye 1300 HF chegava à ótimos 174 km/h. A fábrica queria mais potência! O 1600 HF gerava 114 cavalos, caixa de cinco marchas e cambio e diferencial especiais. As primeiras vitórias foram no campeonato europeu. Em 1970 chegavam novas versões dos motores de 1,3 e 1,6 litro ( 1.584 cm³) .Ganhou o Mundial de Rali de 1972 e no ano seguinte o europeu. A versão apresentada neste passeio, a Monte Carlo tem pintura vermelha, capô e porta-malas em preto, quatro grande faróis apelidados de "Fanalone", faróis de neblina, volante em couro e câmbio de cinco marchas com relações mais curtas. tinha dois carburadores de corpo duplo, despejando 90 cavalos. Chegava a 170 km/h.

Lancia Beta HPE era uma versão mais sofisticada do Beta cupê 1600 que foi lançado em 1973 e o HPE em 1975. O Beta tinha tração dianteira, motor com quatro cilindros em linha, 1.592 cm³ 90 cavalos à 6.000 rpm. Chegava à 180 km/h. O modelo HPE era considerado um modelo mais familiar!

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Os carros da Fábrica Italiana de Automóveis de Torino

Belo Fiat que teve versões 1300 e 1500. Nesta tinha tração traseira, 1.481 cm³ e 75 cavalos à 5.400 rpm. Sua velocidade final era de 155 km/h. Havia também a carroceria Familiare (Giardinetta).

Fiat 1500 cupê de fabricação argentina, ano 1970

Fiat 125 Sport também de fabricação argentina.

Fiat X 1/9 lindo esportivo desenhado pela casa Bertone. Saiba mais,

Fiat Barchetta fabricado entre 1994 e 2005 com 1.747 cm³, quatro cilindros em linha e 130 cavalos. O pequeno esportivo chegava à 205 km/h em 9,0 segundos.

Fiat Bravo HGT. Tinha cinco cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, 1.998 cm³ e 155 cavalos. Fazia de 0 à 100 km/h em 8,2 segundos e final de 205 km/h! Pequeno canhão!

Fiar Coupé lançado em 1994 sobre a plataforma do Tipo. Motor com quatro cilindros em linha, 1.995 cm³, duplo comando de válvulas e 142 cavalos à 6.000 rpm. Sua versão 2.0 Turbo tina 195 cavalos, chegava à 225 km/h e fazia de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos!

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Os Carros de Alfieri Maserati

Maserati Cambiocorsa Coupè. Lançado em julho de 2001 o Coupé/GranSport tem um ótimo V8 com 4.244 cm³, 32 válvulas e em 2005 foi apresentada a vesrão Cambiocorsa que é um cambio robotizado, com aletas no volante, seis marchas, fazendo 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e velocidade final de 285 km/h. Um esportivo rápido, muito bonito e luxuoso.

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Os 50 carros inscritos ficaram estacionados em 45 graus pelas belas ruas de Cardales. E no entorno da monumental Catedral de San Isidro 

No local estava um jurado para julgar os melhores do evento. O jurado foi composto por Guillermo Viacava, presidente do Clube de Automóveis Clássicos,  Juan Pablo Vignau e Miguel Marroco, que selecionaram dos melhores veículos pré e pós FIVA.

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Os premiados

Categoría Pre-FIVA (mais de 30 anos)

1º Alfa Montreal de Marcelo Beruto

2º Alfa Alfetta GT 1600 de Adolfo Ablatico

3º Alfa Giulia 1750 GT Veloce, de Carlos Eddi

Categoría Post-FIVA (menos de 30 años)

1º Maserati Cambiocorsa Coupè, de Gabriel Reggio

2º Alfa 75 2.0 TwinSpark, de Sergio Moretti

3º Fiat Bravo HGT, de Sergio San Martín

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Presentes e Regalos

Os participantes foram recebidos degustando ótimas bruschettas, que antecedeu um ótimo menu italiano que acompanhado de ótimos vinhos do patrocinador Bodega Dante Robino com seus vinhos de uvas Malbec e Bonarda. Houve também o sorteio de 20 kits de massa e molhos da marca De Cecco, outro patrocinador do Raduno Italiano.

Também: O livro GP Argentina F1 1953 cortesia de Cristian Bertschi e White Fly e alguns números da ótima revista Ruedas Clásicas.

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Nota: Agradeço aos amigos do Alfa Romeo Club Argentina, à Francisco Yantorno pela cessão de fotos deste ótimo encontro. Muito obrigado, Muchas Gracias!

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Texto, tradução e montagem:  Francis Castaings -  Fotos: AKPHOTOS.COM.AR       

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